segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Isso pra mim é o pq de EU estar VIVA

Para pensar
Porque é que DANÇAR faz bem ao cérebro?
Os benefícios sociais, emocionais e físicos associados à dança são mais do que conhecidos: e os mentais? Saiba que para além de diminuir os níveis de stress e aumentar os níveis de serótina ( e consequentemente o bem-estar geral), a dança tem a capacidade de nos tornar mais inteligentes, ao mesmo tempo que reduz o risco de demência. È o poder que a dança tem sobre o cérebro! Já dançou hoje?
Um estudo sobre a dança e o cérebro
Não é segredo nenhum que dançar faz bem à saúde, exterior e interior! O estudo sobre os efeitos fantásticos que a dança tem sobre o cérebro esteve a cargo do jornal “Nwe England Journal of Medicine” que chegou à simples conclusão que, da mesma forma que a dança nos ajuda fisicamente - queimando calorias, exercitando o corpo e mantendo-nos em forma - os seus efeitos sobre o cérebro são igualmente positivos: não só aumenta significativamente a agilidade mental, como até reduz o risco de doenças com uma forte componente de demência, como Alzheimer, por exemplo. Ao longo de 21 anos, o estudo envolveu pessoas com mais de 75 anos de idade e observou a influência da prática de atividades cognitivas e físicas na luta contra a demência. Os resultados são surpreendentes: dançar frequentemente reduz o risco de demência em 76%! Segue-se a realização de palavras cruzadas 4 vezes por semana (reduz o risco de demência em 47%) e a leitura (reduz o risco em 35%). Apesar dos seus óbvios benefícios físicos (nomeadamente cardiovasculares), a prática de modalidades desportivas como a natação, ciclismo ou golfe, não contribuem para a redução do risco de demência. É caso para dizer, dance pela sua saúde!
Porque é que dançar faz bem ao cérebro?
Estimula a inteligência e o raciocínio e assim assegurar uma agilidade mental saudável, em qualquer idade, passa por estimular o próprio cérebro com coisas novas e diferentes, que nos obrigam a pensar de forma criativa e “fora da caixa'. Quando isto acontece, a luz da  “lâmpada” que existe dentro do nosso cérebro brilha cada vez mais forte. Se o cérebro estiver habituado a lidar sempre com as mesmas coisas, sempre da mesma forma, o cérebro não é suficientemente estimulado e, consequentemente, a luz da “lâmpada” torna-se cada vez mais fraca. E é aí que doenças relacionadas com demência podem facilmente instalar-se. Ao aumentar a nossa reserva cognitiva, reduzimos significativamente o risco de sofrer de uma doença como Alzheimer. E é precisamente aqui que que a dança se destaca: por ser uma atividade que requer decisões rápidas e constantes, a sua ação sobre o cérebro é extremamente positiva.
Mais dança, mais inteligência
Este estudo não só demonstrou que a dança pode tornar-nos mais inteligentes, mais rápidos a pensar e a conseguir soluções criativas, como revelou que dança é ainda uma arma poderosa no afastamento de doenças degenerativas. Para além disso, quanto mais dançar melhor! E para potenciar ainda mais os efeitos da dança sobre o cérebro, deve optar por aprender diferentes estilos de dança (quanto mais exigentes, melhor!), improvisar sempre que possível (ao invés de cingir-se a passos coreografados) e se dançar a dois, trocar de parceiro de dança as vezes que puder... para manter a atividade interessante e o cérebro ativo! Precisa de mais algum motivo para pisar a pista de dança?

Mão que Auxiliam a menos de 10⁰ - Laura Flôres Poesia

Mais do mesmo, vai saber. Não, só mais pra agradecer. E o dia 24.06 foi desses dias. Seria impossível não relatar em uma crônica, poi...