terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

O Andarilho da Caxuxa

O Velho Andarilho da Caxuxa Estava eu no carro sentada, ouvindo música… Aguardando, pensando e querendo tomar um sorvete. Fazia calor! Leandro foi até a tradicional farmácia que tem filial no norte da ilha de Florianópolis, a buscar remédios e similares para meu pai. Aguardo uns minutos e logo avisto um jovem senhor, barbas e cabelo grisalhos e compridos. Pareceu a mim um morador de rua. Ele estava indo de carro em carro a pedir uns trocados. Eu, sempre muito temerosa, fiquei com medo, também por não conseguir correr ou escapar em uma emergência. O senhor vem até a janela do carro, e, educadamente pede um “dinheirinho”, ao que respondo que não tenho. Ele se vai, mas, eu, cautelosa como sempre, vou me escorando na parede, na lixeira, etc até chegar na farmácia e pedir ajuda e proteção para esposo e para a atendente, que me diz que esse senhor não faz mal algum e está sempre nas redondezas. Na semana seguinte vou à outro estabelecimento do bairro e me dizem que o tal senhor não é um senhor, na verdade. É um jovem de seus trinta e poucos anos, desleixado e acabado por conta do uso de drogas. Disseram também a mim, que vem de família rica, mora no bairro vizinho e dirige -se todos os dias, 2 vezes, para cá, pois optou por viver nas ruas, pedindo dinheiro, comida e se drogando. Juro, sofri, e, lembrei de pessoas e casos similares de pessoas próximas … um sofrimento sem fim. Mas, no fim das contas, foi escolha dele e muito pouco se pode fazer quanto a isso. Pode-se orar e pedir que Deus dê a ele conhecimento e ilumine seus caminhos. Eu creio nisso! Laura e Flôres Jan 2026

Mão que Auxiliam a menos de 10⁰ - Laura Flôres Poesia

Mais do mesmo, vai saber. Não, só mais pra agradecer. E o dia 24.06 foi desses dias. Seria impossível não relatar em uma crônica, poi...