quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Ando cansada! E já faz algum tempo.
Falando-se de tempo cronológico, uns oito anos.
Não vejo as coisas mudarem. Nem consciência, nem atitudes, tampouco ações.
Quero aquela nova consciência como se diz por aí.
Se chego em um ambiente e sinto-me deslocada ou desconfortável, não encontro coerência nos pensamentos, de acordo com minhas novas impressões com relação à vida, simplesmente vou para o "back stage" da cena.
Não, senhor! Não discuto, nem reluto, tampouco discordo.
Melhor mesmo é o silêncio. Como naquela velha frase, meio que um chavão, "falo nada, só observo" e meu olhar, acredito que fale por mim.
A valorização do se ser. do tal poder, muitas vezes está entranhada em pequenas ações ou disfarçada de "boa pessoa".
Amo ver a simplicidade de uma flor, o voo de uma pequena borboleta, a leveza de uma dança simples, sem muito rodopio e cheia de sentimentos. Amo o simples mesmo, uma volta de pedalinho, de bicicleta, um bom gole de café, um passeio pelo parque, um abraço bem gostoso! Essa sou eu hoje...
E vivo tão feliz. Eu com as minhas limitações e você com as suas, mas hoje eu sei que eu com minha consciência que poucos tem!

Mão que Auxiliam a menos de 10⁰ - Laura Flôres Poesia

Mais do mesmo, vai saber. Não, só mais pra agradecer. E o dia 24.06 foi desses dias. Seria impossível não relatar em uma crônica, poi...